Dados de Sensores como Lastro para Informações de Sensores IoT — Plataforma para Redes AIoT, Redes Cognitivas de Sensores (CSN) e Cidades Inteligentes, onde tokens são emitidos exclusivamente a partir de atividade econômica real, ancorados na entrega verificável de dados de sensores IoT.
Se Cadastre Agora!Uma plataforma para Redes AIoT, Redes Cognitivas de Sensores (CSN) e Cidades Inteligentes, onde o token só nasce quando existe atividade econômica real e mensurável. A emissão deixa de ser um “ato de fé” e passa a ser uma consequência automática do funcionamento da rede.
O ativo de verdade não é o sensor, mas o dado processado com qualidade e com utilidade para quem consome a informação. A rede define um catálogo de produtos de dados — pacotes de telemetria, séries temporais agregadas, eventos detectados por inferência local e relatórios de contexto gerados pela camada cognitiva — cada um com preço em moeda estável (fiat, PIX, cartão, stablecoin), porque é essa entrada externa que ancora o valor do token.
Sensores ingressam na rede com identidade criptográfica (chaves assimétricas) e identidade lógica. Cada ciclo gera um pacote assinado contendo timestamp, metadados de calibração e a medição ou evento. O gateway ou nó de borda verifica a assinatura, checa consistência temporal e executa regras antifraude (taxa máxima de eventos, coerência física, detecção de duplicidade, tolerância a falhas). Somente após essa validação o dado é aceito como entrega válida.
A rede atualiza um placar de contribuição por janela de tempo, onde cada sensor recebe um score composto por:
Esse score cria a contabilidade interna de quem merece participar do valor quando ele entrar — sem emitir token ainda.
Um cliente (empresa, prefeitura, laboratório) solicita um produto de dados com parâmetros claros: região, período, resolução temporal, tipos de eventos e SLA (latência, confiabilidade). O pagamento é feito em moeda estável ao tesouro do protocolo.
No instante em que o pagamento é confirmado e a entrega é concluída, o protocolo executa automaticamente a partição do valor recebido:
A lógica é sempre a mesma: primeiro entra dinheiro de fora, depois ele é distribuído e só então o token aparece.
A parcela destinada ao token passa por uma função de emissão lastreada: para cada unidade de receita líquida destinada à remuneração, o protocolo emite tokens calculados por uma regra que suaviza emissões — uma média móvel do faturamento e uma curva de emissão decrescente no tempo, tornando o token mais escasso conforme a rede amadurece.
A cada epoch (janela de tempo), o algoritmo calcula:
Se ainda não existir mercado, o preço de referência é ancorado por uma política interna (ex.: 1 token = direito a consumir X unidades de dado) até haver liquidez suficiente.
Em cada epoch, a rede soma os scores válidos de todos os sensores que participaram dos produtos vendidos e calcula a fração de cada um:
Tokens do sensor i = TokensDoEpoch × (Si / S_total)
O score só é contabilizado se o dado entrou em um lote entregue para uma ordem paga, impedindo a geração de dados aleatórios para farmar tokens. Sensores que enviam dados inconsistentes, duplicados ou simulados sofrem penalidades: perda de score, corte de stake ou banimento temporário.
O token possui utilidade clara e forçada dentro do ecossistema:
Uma fração da receita do tesouro recompra tokens no mercado (ou queima tokens recebidos como pagamento), criando pressão de compra recorrente conectada à saúde financeira da rede.
O token não é o ponto de partida — é o subproduto da operação bem-sucedida. Sem cliente pagando por dado, não há emissão relevante, tornando o modelo resistente a bolhas vazias e esquemas inflacionários.
A plataforma transforma redes de sensores distribuídos em ativos econômicos reais, onde cada dado entregue com qualidade sustenta o valor do ecossistema.